sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Plano de Curso 2º Ano - Geografia - EE Tiradentes

PLANO DE ENSINO DO 2º ANO

IDENTIFICAÇÃO

Escola Estadual Tiradentes
Disciplina: Geografia
Carga Horária Semestral: 80 horas
Professores: Alexandre, Carla, Jetro e Marco Antonio

OBJETIVOS GERAIS

Possibilitar elementos para a compreensão da constituição espacial brasileira e mundial a partir a expansão dos ditames econômicos e seus impactos para a atual sociedade mundial e o meio ambiente
UNIDADES TEMÁTICAS  + HABILIDADES + COMPETÊNCIAS

UNIDADES TEMÁTICAS - CONTEÚDO
HABILIDADES
COMPETÊNCIAS
Formação Territorial Brasileira
Identificar os processos de formação do territorial nacional.
Caracterizar as diferentes formas de apropriação do espaço brasileiro pelos colonizadores
Representar as formas de urbanização nacional nas diferentes regiões do Brasil.
Compreender as diferenciações espaciais brasileiras e analisar suas implicações para a unidade do desenvolvimento nacional
Entender o espaço geográfico brasileiro como resultado das interações históricas entre sociedade e natureza.
Espaço e Produção
Identificar a importância da produção industrial na confecção do espaço geográfico
Diferenciar os níveis de desenvolvimento dos países a partir dos elementos constitutivos de seu desenvolvimento industrial
Caracterizar os diferentes níveis de industrialização e suas relações de apropriação dos recursos naturais por cada cultura
Relacionar a dinâmica da produção com o surgimento das cidades e suas relações espaciais.
Compreender o espaço enquanto palco das transformações históricas e territoriais do processo de reprodução social humana.
Analisar as diferenciações espaciais oriundas da acumulação de capitais.
Economia Mundial e Globalização
Reconhecer as fases da produção
Identificar o poder do capital na formação dos modelos sociais humanos
Observar os níveis de desenvolvimento tecnocientífico do “global” e do “local”
Compreender as relações de dependência das áreas periféricas em relação às centrais
Analisar a expansão capitalista desde o mercantilismo até à Globalização econômica e social atual
Entender a Divisão Internacional do Trabalho
Infraestrutura e Desenvolvimento
Identificar os fatores determinantes para o desenvolvimento de uma potencia e os entraves para o pleno desenvolvimento do Brasil.
Observar e diferenciar a formação de parques energéticos para estabelecer bases para comparação sobre potenciais de desenvolvimento nacional e mundial.
Representar as limitações e potenciais da atual infraestrutura nacional no desenvolvimento socioeconômico do País.

Compreender a importância da infraestrutura para o desenvolvimento de um país
Analisar os entraves para o pleno desenvolvimento do Brasil
Entender a relação homem e natureza como fator limitante e de equilíbrio no modelo de desenvolvimento nacional
Analisar o atual modelo de transporte e suas implicações como fatores limitantes ao desenvolvimento nacional



PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Aulas expositivas orais, com utilização de mapas e imagens que facilitem o reconhecimentos dos elementos naturais do espaço; aulas expositivas com utilização de recursos audiovisuais, tetos complementares  e o total apoio do livro didático

PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO

Adoção do sistema de avaliação da E. E. Tiradentes de avaliações versadas em três diferentes aspectos e no processo ensino aprendizagem.

REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA

BRANCO, Anselmo Lázaro; LUCCI, Elian Alabi; MENDONÇA, Claudio - Território e Sociedade no Mundo Globalizado.V. 2. (Livro-Base) Saraiva. São Paulo: 2010.

PERIÓDICOS DE INTERESSE DA DISCIPLINA

Revista Superinteressante, Jornal Folha de São Paulo, Revista VEJA e ISTOÉ, outros.

SITES DE INTERESSE DA DISCIPLINA

Plano de Curso de Geografia - 1º ano do E Médio

PLANO DE ENSINO DO 1º ANO

IDENTIFICAÇÃO

Disciplina: Geografia
Carga Horária Semestral: 80 horas
Professores: Alexandre, Carla, Jetro e Marco Antonio

OBJETIVOS GERAIS

Dotar os discentes da base conceitual necessária para a interpretação do espaço geográfico em que vivemos e possibilitar a compreensão das novas linguagens do meio técnico-científico- informacional e seus impactos na atual sociedade
UNIDADES TEMÁTICAS + HABILIDADES + COMPETÊNCIAS

UNIDADES TEMÁTICAS - CONTEÚDO
HABILIDADES
COMPETÊNCIAS
Era da Informação, Sistemas de Informações Geográficas e Elementos Fundamentais da Paisagem
Relacionar os diferentes tipos de sistemas de informação inerentes, seu desenvolvimento e sua consolidação até o atual momento do espaço geográfico
Utilizar as bases conceituais da Geografia como ferramenta para compreensão dos elementos de análise espacial
Entender a influencia dos mecanismos informacionais na vida humana, seu potencial e seu papel para o desenvolvimento de nossas sociedades.
Analisar os sistemas de reprodução social das sociedades e suas adaptações ao meio e as demandas por ele geradas.
Clima e Formações Vegetais
Reconhecer os diferentes tipos de clima e vegetação e suas implicações na formação dos domínios naturais e dos nichos sociais do Brasil e do Planeta
Compreender a influencia dos domínios morfoclimáticos na formação dos sistemas de reprodução das sociedades.
As Águas do Planeta
Identificar os diferentes corpos hídricos do planeta, o sistema do ciclo das águas e sua importância para a vida no Planeta e para os meios de reprodução social na Terra.
Entender a relevância da conservação dos corpos hídricos para a perpetuação da vida e dos modos de vida de cada sociedade.
Natureza Sociedade e Meio Ambiente
Reconhecer as formas de apropriação dos recursos naturais desenvolvidas pelas sociedades humanas, seus métodos de ocupação do espaço e os impactos exercidos por essas ações no meio ambiente
Compreender as relações homem e natureza e as formas de apropriação utilizadas pela sociedade para o provimento de suas necessidades.
Entender as implicações da apropriação dos recursos naturais pelas sociedades e as ameaças pra a sobrevivência da espécie humana no planeta.



PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Aulas expositivas orais, com utilização de mapas e imagens que facilitem o reconhecimento dos elementos naturais do espaço; aulas expositivas com utilização de recursos audiovisuais, tetos complementares e o total apoio do livro didático

PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO

Adoção do sistema de avaliação da E. E. Tiradentes de avaliações versadas em três diferentes aspectos e no processo ensino aprendizagem.

REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA

BRANCO, Anselmo Lázaro; LUCCI, Elian Alabi; MENDONÇA, Claudio - Território e Sociedade no Mundo Globalizado.V. 2. (Livro-Base) Saraiva. São Paulo: 2010.

PERIÓDICOS DE INTERESSE DA DISCIPLINA

Revista Superinteressante, Jornal Folha de São Paulo, Revista VEJA e ISTOÉ, outros.

SITES DE INTERESSE DA DISCIPLINA

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Orientações p implantação do EM Inovador nas escolas

GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO E NORMATIZAÇÃO DE POLÍTICAS DE ENSINO
COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
NÚCLEO DE INSPEÇÃO E ORGANIZAÇÃO ESCOLAR
NÚCLEO DE ENSINO MÉDIO


Orientação Técnica nº. 01/2012 – Sobre a Sistemática de Avaliação e o Registro das Atividades Integradoras do Programa Ensino Médio Inovador nas Escolas Públicas Estaduais do Amapá.

Considerando:

•       A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Nº. 9394/96;
•       A Portaria Nº. 971, de 09 de outubro de 2009, que instituiu no âmbito do Ministério da Educação o Programa Ensino Médio Inovador com vistas a apoiar e fortalecer o desenvolvimento de propostas inovadoras nas escolas de ensino Médio;
•       O Parecer CNE/CP Nº. 11/2009 – Proposta de Experiência Curricular Inovadora nas Escolas de Ensino Médio.
•       O Documento Orientador do Programa Ensino Médio Inovador – versão 2011.
•       A exposição de motivos encaminhada ao CEE/AP.

I.        INFORMAÇÕES GERAIS:

A necessidade de orientar as escolas estaduais quanto a Sistemática de Avaliação e o Registro das Atividades Integradoras quer sejam ações, atividades, projetos ou disciplinas, organizadas pelas escolas e ofertadas aos alunos do ensino médio em 2012.

a.    Todos os alunos regularmente matriculados no Ensino Médio devem cursar as Atividades Integradoras ofertadas pelas escolas participantes do Programa Ensino Médio Inovador, perfazendo um total de 240 módulos-aulas que integradas aos demais componentes curriculares totalizará as 1.000h anuais exigidas a cada série do ensino médio, conforme matriz curricular anexa;
b.    As escolas que iniciaram o ProEMI em 2012, deverão ofertar as Atividades Integradoras aos alunos de 1ºano, sendo a ampliação da carga horária de forma gradativa;
c.    As cargas horárias dos professores responsáveis por ministrar as Atividades Integradoras deverão estar dentro dos 60% do efetivo trabalho escolar, já determinadas pela Lei Nº. 949/05, a qual trata do Plano de Carreira dos Profissionais da Educação Estadual;
d.    Os horários de aulas para a realização das Atividades Integradoras a fim que se cumpram os 240 módulos-aulas a mais a cada série do Ensino Médio serão definidos pelas escolas e poderão ser no contraturno (desde que o aluno retorne apenas uma vez na semana) ou com o acréscimo do sexto módulo/aula diário no mesmo turno em que o aluno está matriculado.
e.    A Matriz Curricular em pauta (3.067 horas) não se aplica ao turno da noite, uma vez que não há como acrescentar o 6º horário neste turno, e nem como obrigar os alunos que trabalham no diurno a participar das Atividades Integradoras no contraturno. No entanto, os alunos que tiverem disponibilidade e interesse poderão participar das referidas atividades. Neste caso será registrado nos documentos do aluno, o acréscimo de carga horária ofertada, bem como as atividades realizadas (conforme o Oficio Circular Nº. 00042/2012 – NEM/CEBEP/SEED de 17/02/2012).

f.     A escola que optar por oferecer o Ensino Médio Inovador no turno da noite, obrigatoriamente deverá adotar o 4º ano para poder cumprir a carga Horária exigida no Programa.


    II.        QUANTO À SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO E AO REGISTRO NOS DOCUMENTOS ESCOLARES DAS ATIVIDADES INTEGRADORAS

a.  As Atividades Integradoras passam a compor o currículo pleno da escola como uma disciplina, com carga horária e horários dos professores definidos por turno e turma fazendo jus ao registro das aulas em caderneta própria;
b.  Ao aluno cabe a frequência obrigatória às aulas das Atividades Integradoras, ao cumprimento das atividades propostas pelos professores, inclusive com as avaliações das atividades, fazendo jus ao registro dos estudos realizados em seus documentos escolares.
c.   Todos os alunos devem ser informados sobre a importância de participar das Atividades Integradoras. Entretanto, tais Atividades não devem ter o caráter de retenção por se caracterizar como atividades eletivas pelos alunos, dentre as oferecidas pela escola;
d.  A escola pode utilizar-se da mesma sistemática de avaliação já adotada para as demais disciplinas da Base Nacional Comum para avaliar os alunos nas Atividades Integradoras. Caso adote uma sistemática diferenciada para as Atividades Integradoras deverá fazer constar no PPP e comunicar ao Núcleo de Ensino Médio com a cópia do Projeto de Reestruturação Curricular - PRC da escola para encaminhamento ao NIOE e CEE/AP;
e.  No verso da Ficha Individual registrar as médias parciais (bimestrais) e a média final obtidas nas Atividades Integradoras denominando-as pelo título do Projeto/Ação/Atividade/Disciplina que o aluno participou. O  Total Anual¹ das Atividades Integradoras será a soma das notas obtidas bimestralmente  nas ações/atividades/projetos/disciplinas que o aluno cursou. O Total Final² será a soma das notas bimestrais de todas as atividades cursadas, dividida pelo número de Atividades. Assim se obterá o Total Final² das Atividades Integradoras daquele ano letivo (Modelo anexo);
f.    No Histórico Escolar registrar no campo correspondente à Atividade Integradora a média final obtida e a carga horária final do ano letivo. Essa nota final será a somatória dos quatro bimestres. No verso do Histórico citar as Atividades Integradoras cursadas anualmente, informando a Carga Horária de cada uma delas (modelo anexo).
g.  As escolas que são Reconhecidas, ao expedir os certificados deverão proceder nos registros as devidas alterações.
h.  Objetivando sistematizar os PRCs, observar o Roteiro para Elaboração dos Projetos de Reestruturação Curricular, o qual trata dos itens que devem constar nos referidos projetos, devendo a Coordenação Pedagógica em conjunto com o Professor Articulador, zelar para que todas as ações/atividades desenvolvidas no Programa Ensino Médio Inovador sejam devidamente planejadas de forma coletiva e interdisciplinar, a partir das áreas do conhecimento, as quais, segundo o Parecer CNE/CEB Nº 5/2011 (Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio), são: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas.

Macapá, 19 de setembro de 2012.
           
      NÚCLEO DE INSPEÇÃO E ORGANIZAÇÃO ESCOLAR – NIOE/CODNOPE/SEED
                                         NÚCLEO DE ENSINO MÉDIO – NEM/CEBEP/SEED

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Ensino médio também muda

Ensino médio também muda
Manoela Alcântara - Correio Braziliense - 29/11/2012 - Brasília, DF
A educação básica na rede pública de ensino do Distrito Federal pode sofrer mudanças em 2013. Estão em discussão a adoção do aprendizado em ciclos até o 9º ano e a implementação de um modelo de blocos de disciplinas para o ensino médio. O Sindicato dos Professores (Sinpro) teve acesso ao novo formato estudado para as escolas e se preocupa com a possível aprovação de um projeto sem uma discussão com a sociedade.
De acordo com o diretor do sindicato, Washington Dourado, o estudo em ciclos acabaria com a reprovação em diversas séries. Os alunos só seriam avaliados com a possibilidade de retenção entre o 5º e o 6º ano e no fim do 9º. Nas últimas séries antes do vestibular, a divisão seria diferente. “O ensino médio seria dividido em blocos, segundo informado por integrantes do grupo de trabalho da Secretaria de Educação. Em um semestre, o aluno estudará um conjunto de disciplinas, no semestre seguinte, outro. Por exemplo, se aprender exatas no primeiro, terá humanas no segundo”, explicou.
Dourado ressalta que integrantes do grupo de trabalho preveem mudanças já para o ano que vem. “Nossa maior reclamação é fazer isso a toque de caixa, sem preparar a rede pública, sem discutir com a sociedade”, disse. O modelo aplicado seria similar ao Bloco Inicial de Alfabetização (BIA) (veja Para saber mais) já implementado no DF para as três séries iniciais do ensino fundamental, quando não há retenção. “A intenção da secretaria é reproduzir o BIA nos ciclos seguintes, mas para o professor é um desafio, principalmente porque estamos acostumados com a seriação. Precisamos de tempo para discutir essas possíveis alterações”, exemplificou.
O sindicalista afirma que não vai julgar o mérito da possível proposta, mas reivindica informações oficiais e participação da sociedade na formação da política. “Queremos debater, conhecer, analisar o que será feito na rede pública do DF”.
Os temores, no entanto, não são confirmados pela Secretaria de Educação do DF. A pasta informou, por meio de nota, que mantém um grupo de trabalho para discussão e organização do sistema, que busca constantes melhorias para o ensino público do DF, mas negou ter um plano pronto para 2013. “As discussões são necessárias para se alcançar propostas para uma mudança de qualidade no ensino-aprendizagem. Neste momento, não existe nenhuma proposta concreta de mudança no currículo pedagógico da rede pública de ensino”, diz o documento.
Prós e contras
Embora não haja confirmação das mudanças, especialistas ouvidos pelo Correio ressaltam pontos positivos e negativos do aprendizado em ciclos. Eles concordam que uma política tão diferente da atual precisa ser implementada com cuidado. A professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) Benígna Villas Boas é a favor da forma diferente de organização, mas dentro de um sistema voltado para o aprendizado e com estrutura para o modelo.
Ela ressalta que as escolas precisam ter condições de trabalho melhores que as atuais para o início do sistema em ciclos. Além disso, analisa que é necessário ter professores, gestores e equipes pedagógicas muito bem preparados. “A escola não foi feita para reprovar, mas para que os estudantes aprendam. Se o conteúdo é bem assimilado, eles estarão preparados para enfrentar qualquer seleção e para qualquer situação da vida.”
No entanto, a professora Lêda Gonçalves de Freitas, da Universidade Católica de Brasília (UCB), tem ressalvas quanto às possíveis mudanças. “A proposta é bem democrática, mas a realidade dos ciclos não tem resolvido o problema da aprendizagem nas escolas. Tem, muitas vezes, adiado a reprovação e isso é sério”, afirma. Para ela, antes de fechar um novo programa, uma pergunta essencial deveria ser feita: “O que precisamos fazer para que nossas crianças aprendam melhor?”.
"Nada dura para sempre
nem as dores, nem as alegrias,
tudo na vida é aprendizado
tudo na vida se supera
O importante são as lições que tiramos de tudo isso"
Não é 2013 que tem que ser diferente
É você!

"Quando você passar por momentos difíceis
e se perguntar onde estará Deus,
lembre-se que no momento de uma prova,
O professor sempre está em silêncio"
Feliz 2013!
"Ser feliz não é ter uma vida perfeita,
mas humildade para reconhecer os erros,
sabedoria para receber uma crítica injusta,
coragem para ouvir um não,
sensibilidade para dizer eu te amo,
despreendimento para falar Eu Preciso de Você"